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PERFIL DO SETOR DE SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL
24/7/2008
A retomada dos investimentos no setor de saneamento básico é uma das grandes apostas para o ano, afinal, trata-se de um dos segmentos mais carentes de investimentos públicos.
De acordo com uma pesquisa feita pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, apenas 47% da população dispõe de serviço de esgotamento sanitário. Menor ainda é o percentual de tratamento. Apenas 32,2% do esgoto que se coleta é tratado no Brasil.
Há muito que se investir no país para começar a mudar um cenário onde cerca de 100 milhões de brasileiros vivem em condições precárias.
Por isso, os fabricantes de produtos e prestadores de serviços acreditam no aquecimento do mercado e crescimento das vendas para os próximos anos. Para estabelecer contatos (e novos negócios) com as empresas de água e esgoto, a seguir veremos o perfil do Setor de Saneamento.
Fazem parte do Perfil três categorias:
1) Prestadores de serviço local (administração direta, autarquia ou empresa municipal – pública ou de economia mista): são as SAAEs, DAAEs e outras entidades legalmente constituídas para administrar serviços e operar sistemas no município em que estão sediados. No total, são cerca de 400 atuando no país.
2) Prestador de serviços privado: segundo a Abcon – Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto, as empresas privadas atuam em cerca de 70 municipíos, ou seja, 5% do total das concessões.
3) Empresa estadual/regional: são empresas como Sabesp, Cedae, Saneago, Embasa. Há no total 26 delas atuando no Brasil.
Fonte: Revista Hydro ano II numero 19
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