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SANEAMENTO
19/10/2006
Saneamento básico é um dos assuntos mais discutidos hoje em dia por associações, empresas e órgãos do governo responsáveis pelo tratamento da água, de esgotos, encanamentos, lixo e etc. E os problemas nessa área não são poucos. Segundo dados do IBGE, em quase metade das cidades brasileiras não há coleta de esgoto, o que corresponde a 102 milhões de pessoas sem o serviço.
Segundo o relatório da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base (Abdib), o Brasil demorará 60 anos para garantir saneamento a toda sua população. Esses dados consideram o histórico dos investimentos na área feitos pela administração pública e por operadores privados entre os anos de 1996 e 2005, desconsiderando-se o crescimento demográfico.
Porém, o mesmo relatório afirma que para sanar o problema em um prazo de 20 anos – como consta nos cálculos do governo -, será necessário um investimento de R$ 9 bilhões ao ano nas próximas duas décadas. Dados de 2003, mostram que a verba destinada ao saneamento não ultrapassa R$ 3,5 bilhões.
O presidente da Assemae (Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento), Silvano Silvério da Costa, afirma que na década de 70, muitos municípios deixaram de prestar serviços de saneamento concedendo a prestação a companhias estaduais de saneamento, alegando, para isso, falta de recursos. A Assemae reivindica junto ao Congresso Nacional a aprovação de uma Política Nacional de Saneamento, que regule, fiscalize e planeje o saneamento básico no Brasil.
O Ministério das Cidades possui um programa de financiamento de projetos de Governos Municipais e Estaduais para Habitação, Saneamento, Mobilidade Urbana, Planejamento e Gestão Urbana. Os investimentos são direcionados para a construção e melhoria de casas, urbanização de favelas, ampliação de sistemas de água e esgoto.
Saneamento básico é um dos assuntos mais discutidos hoje em dia por associações, empresas e órgãos do governo responsáveis pelo tratamento da água, de esgotos, encanamentos, lixo e etc. E os problemas nessa área não são poucos. Segundo dados do IBGE, em quase metade das cidades brasileiras não há coleta de esgoto, o que corresponde a 102 milhões de pessoas sem o serviço.
Segundo o relatório da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base (Abdib), o Brasil demorará 60 anos para garantir saneamento a toda sua população. Esses dados consideram o histórico dos investimentos na área feitos pela administração pública e por operadores privados entre os anos de 1996 e 2005, desconsiderando-se o crescimento demográfico.
Porém, o mesmo relatório afirma que para sanar o problema em um prazo de 20 anos – como consta nos cálculos do governo -, será necessário um investimento de R$ 9 bilhões ao ano nas próximas duas décadas. Dados de 2003, mostram que a verba destinada ao saneamento não ultrapassa R$ 3,5 bilhões.
O presidente da Assemae (Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento), Silvano Silvério da Costa, afirma que na década de 70, muitos municípios deixaram de prestar serviços de saneamento concedendo a prestação a companhias estaduais de saneamento, alegando, para isso, falta de recursos. A Assemae reivindica junto ao Congresso Nacional a aprovação de uma Política Nacional de Saneamento, que regule, fiscalize e planeje o saneamento básico no Brasil.
O Ministério das Cidades possui um programa de financiamento de projetos de Governos Municipais e Estaduais para Habitação, Saneamento, Mobilidade Urbana, Planejamento e Gestão Urbana. Os investimentos são direcionados para a construção e melhoria de casas, urbanização de favelas, ampliação de sistemas de água e esgoto.
Fonte: Revista Painel de Compras Ano III No 17
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